Home

Advertisement

Oct. 13th, 2009

  • 12:53 PM
dinosapeca
Gosto daqueles carros azuis puxando carretas azuis. Minha vontade é de entrar em um e sumir, dirigir sem rumo, ver no que dá. Tenho certeza que quase todo mundo já teve esse tipo de sensação mas... é sério.

Sep. 29th, 2009

  • 1:47 PM
Francis
"Me desculpa pelo que eu já te fiz passar" é algo idiota pra dizer. Se você não tivesse me feito passar por nada, pelo que eu passaria? Passar por nada não engrandece a alma de ninguém, muito pelo contrário. Fingir que as coisas não são complicadas é ignorar todas as coisas. Sentir a complicação é sentir.

Aug. 27th, 2009

  • 9:20 PM
Júlia
Estou confusa. Não era, na verdade, motivo que me confundisse há alguns dias. No começo me inquietava, depois, como todo o sentimento que é sepultado, sumiu. Mas eventualmente sinto o fantasma a me assombrar. E esse é exatamente o ponto. O que quero dizer é que o sentimento que há muito tento sepultar não se acaba, acreditei que se queimasse ele desapareceria. Engano o meu, toda paixão arde em fogo. Então tentei o enterrar. E deu certo. Mas o novo fogo que arde vem descobrindo o solo do defunto, e vezes o deixa transparecer.
O fogo novo, embora artificial, é o que me aquece. E às vezes eu própria não sei mais diferenciar se ainda é inventado ou se já em real se transformou. Não acredito que a essa altura eu consiga me desfazer desse calor. Porque é ele que vai bem aonde eu vou, porque é ele que me faz bem e me encanta, é ele que me envolve e me conquista.
O fantasma, que me assombra agora mais por perseguição minha do que dele, continua ali ao lado. Não sei se para testar ou tentar. Sei que, em caso da segunda opção, sinto temor, mas seguindo a coerência, ele me consegue com eficiência. E é triste pensar, que o sopro desse fantasma tem poder pra apagar, ou no mínimo afetar, a chama que eu tanto tento cativar.
Desculpe me por fim, o excessivo e indistinto uso da metáfora. Mas se não saísse desse modo, não sairia de modo algum. E só de terminar esse desabafo já sinto um alívio, um peso que desce das costas. E a leveza é tanta que nem mais sinto o fogo novo morrer ou apagar.

Curto desabafo.

  • Aug. 1st, 2009 at 2:06 PM
Júlia
Todo mundo é tão agoniado, angustiado (e quando digo isso me incluo nessa categoria). Por que as pessoas não param de ser tão idiotas e decidem viver um pouco?
Bjs

Péssima combinação

  • Jul. 27th, 2009 at 12:59 PM
Francis
Medo e exaustão. Eu queria muito escrever alguma coisa não-pessoal no meu blog, transformar tudo que tem aqui dentro em crônicas e jogadas geniais, investir em mim mesma, sabe. Vi a peça da Clarice Lispector que está passando no CCBB, achei linda, senti uma conexão muito maior com as palavras. Mas tenho medo de começar... Descobri que tenho medo de começar qualquer coisa. Pode ser que isso seja normal, é bastante, na verdade, mas continua sendo uma coisa meio ruim. Se der errado, vou decepcionar a mim mesma. Se der errado de novo, mais uma vez, se eu me entregar novamente por completo e acabar por ser apenas uma enganação do meu netuno malvado, não sei se vou conseguir segurar as lágrimas e puxar aquela força vinda não sei de onde que vou precisar tanto nesse semestre. Estou exausta há um bom tempo, quero dormir pra sempre e mergulhar em outras dimensões escondidas no meu subconsciente. Quero olhar pro mundo com olhos maiores que os meus, mas o próprio mundo não me deixa, estou exausta.
Juro que entendo todas essas coisas que você me diz que sente. Juro. Mas são coisas terríveis, coisas que te enganam e te fazem pensar que existe uma saída de emergência, e que usá-la parece mais simples do que é. Eu entendo seu cansaço, sinto a mesma coisa, acredite em mim. Acontece que não podemos deixar coisas menores que nossos espíritos tomarem conta deles e tirarem nossa força pra enfrentar essas coisas chatas. Eu estou tentando, e quero fazer com que você tente também. Eu só quero te ajudar. Eu só quero... eu só quero que você me deixe segurar a sua mão.

Jul. 15th, 2009

  • 1:29 AM
Júlia
Hoje eu estou triste. Triste mesmo. Vem chegando o dia que desde que eu me entendo por gente fico ansiosa e animada para que chegue. Mas esse ano não. Esse ano não quero que chegue. Faltam agora 2 dias. E eu vou fazer absolutamente NADA. Estou me sentindo realmente triste por deixar essa data passar assim em branco, mas tudo dá errado, está muito em cima da hora. Eu desisto de comemorar.
Quando eu estiver com uns 30 anos provavelmente me arrependerei profundamente por ter deixado isso passar, porque se tem algo que me chama atenção é uma data; dataS, na verdade. Eu me importo demais com essas coisas de numerologia, astros, posições e coisa e tal. 17 anos dia 17/07. Foi a idade que eu sempre quis ter.
Eu briguei com a minha família porque queria passar com os amigos e agora não vou passar com ninguéem! Aí, que droga, heim.
Anyway, vou em recolher a minha depressão.
Tchau.

Jul. 11th, 2009

  • 11:09 AM
Júlia
É, tá aí. Este é um dos problemas da felicidade: ela preenche os espaços da criatividade. Desde que eu posso me entender por gente, só consigo construir belos e bem formulados textos quando estou meio tristinha ou quietinha ou um pouquinho só felizinha. Sempre que passo por momentos felizes, de repente!, perco a criatividade.
Nesse momento, por exemplo,... travei. Não sei mais como prosseguir esse texto.
Tchau, tchau, lapso criativo.

Jul. 1st, 2009

  • 12:07 AM
Marinaa
Pois é. Som de uma cidade grande ao fundo. Trânsito e mar. Eu gosto do Rio de Janeiro...mas sinto cada vez mais que não tem lugar melhor pra mim do que Brasília. Tô numa fase muito contente. contente e satisfeita com o que eu tenho. e hahaha, pra quem sempre adorou reclamar e querer mais, isso soa até engraçado. Nem sei se isso é bom, afinal. Se a gente parar onde a gente tá, tem uma hora que o vento consegue soltar a gente do chão e a gente se perde no longe.
Aiai, acho que não tô falando nada com nada... Mas mesmo assim, amanhã vou na FLIP e espero aproveitar de tudo. Fotografar Paraty, assistir palestras, encontrar escritores no meio da rua! Parece tudo um clima bem mágico. E hoje ainda saio com a minha irmã conhecer a noite carioca. hehehe

IAHAAA!

  • Jun. 22nd, 2009 at 5:16 PM
Júlia

 Outro dia estava a conversar com uma grande amiga minha. Ela disse algo sobre eu andar tristinha e ter perdido o meu brilho. E eu repliquei que não sentia vontade de fazer nada, estava realmente infeliz e não queria mudar isso. Então ela disse algo que me deixou encucada, disse que isso era princípio de depressão.

Balela!

Depressão que nada.

Hoje acordei com  pé direito e com vontade de pular, cantar e dançar. Foi aí que percebi  que eu realmente não tinha que me preocupar em tomar todos os anti-depressivos aqui de casa e esconder os objetos cortantes.

Estou feliz, com o som ligado no volume mais alto, berrando minha banda favorita, dançando feito louca pelo quarto. O que poderia ser mais feliz?

 

Quanto a gente caí, se levanta com a maior força possível. Mas não quero profetizar nada por aqui. Venham os novos ventos que agora estou com vontade de conhecê-los !!

 

Jun. 16th, 2009

  • 8:18 PM
Francis
De repente me veio uma insegurança. Como ter certeza de que aquelas pessoas, aquelas pessoas que eu tanto amo, estarão sempre ao meu lado? Não estarão. E tenho muito medo da dor desse dia. O que sinto agora é extramamente diferente do que o que sentia no passado. I feel that... That I won't bare losing this ones. Já pouco me importa se não consigo fazer com que alguém me veja diferente, só não se percam de mim. Por favor.
Insegurança é algo péssimo.

Tempo, tempo, tempo....

  • Jun. 13th, 2009 at 1:49 AM
Júlia
Tempo, és um senhor tão bonito, quanto a cara do meu filho, tempo tempo tempo tempo...
Tempo, peço-te um tempo.

Para nos ajudar e até tranquilizar, uns dizem que cada um tem seu tempo. A verdade é que todos temos as mesmas 24 horas por dia. Não temos tempo pra perder, chego a pensar que o gasto de tempo deveria ser mais importante que o de água.
É tudo muito rápido, muito atropelado. Ou eu que talvez seja muito afobada. Eu quero tudo, e quero tudo agora. Se eu me concentrasse mais em uma coisa de cada vez quem sabe eu não teria o meu tão precioso tempo? Renato Russo uma vez explicitou: "temos todo o tempo do mundo". Mas eu não acredito nisso, não que eu não queria acreditar, mas eu não consigo, eu não sinto isso. Sinto que o tempo me escapa por entre os dedos e eu aqui parada vendo ele escorrer. Eu não quero esperar, não quero ver o tempo voar. Eu também não quero correr ao lado dele. Quero que ele ande mais devagar, podemos até caminhar a passos rápidos, mas andando, não correndo.
Eu tenho é que focar em algo, e já até sei o quê. Tenho o lado de lá e o de cá. O lado de lá eu cativarei, o de cá eu cultivarei. E tem um meio entre esses dois, mas o meio eu vou ter uma vida inteira pra trabalhar. No final, os verdadeiros amigos são a família anyway. E acho que minha metáfora foi demasiadamente interna para que qualquer outra pessoa que não seja eu entender.
Sabe, parece que eu tenho toda a minha vida pra viver em quatro anos. Entrando na minha nova década, vou perder tudo, todos os meus sonhos não realizados vão quebrar e eu vou perder todo o fogo de juventude. É claro que é minha visão dramática dos fatos, mas é isso que eu sinto. Que a partir dos 20 acabou-se o meu tempo, depois disso a ampulheta continua a cair só por inércia, não por curiosidade. E minha revolta contra o tempo é na verdade o meu medo. Medo de perder tudo o que eu tenho e até o que eu quero conquistar.
Tudo o que eu sei é que não quero passar em branco, as vezes a ideia de tantas possibilidades acaba por não concretizar nenhuma delas. E eu quero concretizar! Quero acreditar e fazer. Eu sei que posso. Vou me empenhar ao máximo por fazer os próximos 1460 dias inesquecíveis! E por mais idealizado que isso possa soar, é o que eu quero fazer.

Tempo tempo tempo tempo, entro num acordo contigo, tempo tempo tempo tempo....

Madrugadas regadas por lágrimas bêbadas

  • Jun. 2nd, 2009 at 8:44 PM
Francis
Tem certas coisas que as pessoas cansam de repetir. Já falei isso tantas vezes, pra tantas pessoas, em tantos cantos diferentes... Acho que nem preciso falar, as vezes, porque quem me conhece bem consegue ver. Não sei o que anda acontecendo no meu cenário astrológico, mas a sensibilidade me pegou por esses dias. Choro e desespero, embora solitários e imperceptíveis, são as palavras. Não é exagero, é só emoções à flor da pele, e talvez alguns pensamentos recontorcidos que estão me importunando a consciência. Não gosto de pensar que existe muita vida pela frente. Gosto de pensar que já vivi demais, em tudo que já vivi, e no que estou vivendo. É um pensamento pessimista, eu sei, otimista seria almejar pelo futuro, fazer planos e glorificar realizações. Isso acontece comigo quando se trata de assuntos mundanos, só que, acima disso, existem outras coisas essenciais, ou mais que essenciais. Não vou parar de tentar, não importam as consequências.

No, I get by with a little help from my friends,
Mm, I get high with a little help from my friends,
Mm, Gonna try with a little help from my friends

Do you need anybody?
I need somebody to love.
Could it be anybody?
I want somebody to love.

Tenho medo de usar o pronome pessoal "eu", quando escrevo. Não quero ser egocêntrica demais, muito menos individualista. Desculpe.

Dedos azuis inquietos

  • May. 26th, 2009 at 9:11 PM
Francis
Minhas mãos tão soando frio, e inquietas. Sinto um aperto no coração, uma vontade louca de correr, de ir lá. I don't know what's happening to me, and I'm scared. Medo de que tudo possa ir por água a baixo.

May. 24th, 2009

  • 4:08 PM
Júlia
 Eu deveria estar decorando os nomes das partes das plantas, dica.

May. 19th, 2009

  • 8:58 PM
Francis


Por esses dias, a ÚNICA coisa excencial é auto-admiração. Eu aqui com meus achismos todos errados, achando isso ou aquilo. O que eu sei é que tenho que me sentir bem comigo mesma mais uma vez. There is something special here, right? Sei que tem, todos tem. Eu tenho que confiar na minha "especialidade", só. Isso é importante pra assuntos mundanos, espirituais, psicológicos e sentimentais, meio que uma coisa puxando a outra, a queda de uma provocando a queda de outra. Im-por-tan-tís-si-mo. Foco.

May. 15th, 2009

  • 12:01 PM
Marina
Eu não sei direito o que tenho a dizer. Aquela sensação de cansaço ainda persiste em mim... Porém não me deixo afundar na minha cama americana (hmm) e meu travesseiro macio que se modela ao corpo (ai, vontade de deitar). Estou muito relapsa com algumas coisas muito importantes, e ao mesmo tempo dando muita importância às coisas que eu sei que vão me ajudar a escapar desse desespero silencioso. Mas na verdade, posso estar enganada, e por definição, o mais "importante" pode me ajudar muito mais, se resolvido (ainda que o efeito seja mais lento). Não sei o que priorizar, é este o fato (preciso priorizar algo, mesmo? e se eu tentar fazer tudo? não devo conseguir? ora!).
Tomei decisão de uma coisa a fazer. Lembro de uma época que resolvia as coisas através da escrita... Farei isso mais uma vez, e outra... e mais quantas eu precisar. Funciona. As palavras no papel arrumadas e embaladas em forma de carta me encantam, quando bem escritas. E sabe, acho que me expresso melhor escrevendo do que falando. Eu conversando com um amigo até consigo passar a ele o que sinto ou o que penso. Mas no papel, acho que sou mais verdadeira. Talvez minha voz tenha um escudo próprio, e dependendo da cara do ouvinte, vou mudando de discurso. No papel... AH, no papel não tem disso, eu escrevo sem a avaliação de ninguém durante meu desabafo.

Subject

  • May. 12th, 2009 at 10:02 PM
Francis
Hm, algumas pessoas têm me dito, nos últimos tempos, que eu preciso muitíssimo de terapia. Acontece que o sistema me obriga a passar num tal de vestibular pra poder fazer o que gosto pro resto da vida, então boa parte do meu tempo eu passo no colégio ou com a cara nos livros. Não tem tempo pra terapia, isso aqui vai ser minha terapia, a partir de agora.
Relendo o que postei aqui há décadas atrás, lembrei de quando eu comecei a me interessar por astrologia, hahaha. Mal sabia eu que ia ser tão importante pra mim, sabe. Além de matéria de colégio, ando estudando astrologia quando posso, passei a enxergar quase tudo astrologicamente e estar muito mais espiritualmente ligada ao Cosmo. É lindo ter consciência de algumas poucas coisas, as vezes, pelo menos das coisas que não me dizem respeito.
Estou num mês perfeito pra me concentrar, mas não para manter o foco. Desde antes de terminar meu namoro (sim, namorei durante parte do tempo em que estive afastada da dinos), me desconectei de tudo e todos ao meu redor, e não pareço conseguir encontrar o cabo pra me reconectar novamente. É como se todas as minhas ligações especiais tivessem sofrido um curto e eu estivesse sozinha, tendo que pensar em como resolver o problema e sofrendo as consequências dele ao mesmo tempo. Dificuldade com relações, é isso. Isolamento não é legal, e não tem acontecido literalmente, só aqui dentro. Pode ser que isso esteja passando simbolicamente, já que hoje consegui fazer aquele joguinho engraçado de confiança, aquele que você tem que cair pra trás pra alguém te segurar. Ou é auto-confiança, don't know. Probably not.
Poisé, preciso de foco.

Hoje vi Blindness (Ensaio sobre a Cegueira). Todo mundo comentou, todo mundo achou maravilhoso, duvido que a metade das pessoas que assistiu captou a real essência do filme. É, de fato, maravilhoso, chorei desesperadamente, ora de horror, ora de amor.

Não tenho muito mais o que escrever, acho. Above all, I miss them. E acho que aqui não é exatamente o melhor lugar pra que eu me preocupe com a minha escrita, certo? É pra ser uma terapia. É, ok, anotei mentalmente.
 

May. 12th, 2009

  • 6:59 PM
Júlia

Há horas, se me permite o uso da hipérbole, estou na frente do computador pensando no que escrever aqui.

Ainda não sei ao certo, mas achei que era necessário começar...

Só deus sabe quantos textos escrevi depois da frase acima e apaguei.

Estou sem criatividade hoje, me perdoem. Juro que tentei, mas todas as tentativas foram frustradas. Assim que eu conseguir escrever sem parecer muito pedante eu volto.

 

Adios. 

 

May. 6th, 2009

  • 11:42 PM
Marina
Crise de soluço. É, é, já deve fazer 10 minutos que tô soluçando de jeito chato. Agonia mil!
Enfim... Estou ressucitando o livejournal por causa de uma conversa que acabei de ter com a Francis. Fui dizer pra ela que tava com saudade do período da Dinos, e a gente concordou que seria uma boa voltar a escrever aqui. Ainda não falei com a Júlia, mas isso tá cada vez mais difícil mesmo, graças a minha falta de telefone fixo ou crédito de celular. Imagino que ela também vá querer voltar. =)
Minha vida anda tão mudada... tanto, tanto. Com essa enrolação toda do supletivo.. estou passando meus dias no ócio, sem fazer absolutamente nada. E o fato de eu estar gostando disso me incomoda. Acho que tô com pouca motivação pra qualquer coisa além da fotografia. Até em relação aos meus amigos ando estranha.... Vai entender...
É engraçado... que ao mesmo tempo que cansei de relações superficiais, acho que esse é o pior momento de todos pra começar a me relacionar com alguém com mais seriedade. Paradoxo, paradoxo... Basta eu conseguir ajeitar minha vida, imagino. E agora que tô com tempo pra isso, estou progredindo relativamente rápido. Sem desejos sexuais, atrações... Fantasias, só comigo mesma. Acho que passei por uma fase que pensar em sexo/pegação e afins só me trouxe complicações. Descobri que posso ser minha melhor amiga, desde que haja respeito meu para eu mesma, e vice-versa.