- How'ya doing:
blah
- How'ya doing:indescribable
O fogo novo, embora artificial, é o que me aquece. E às vezes eu própria não sei mais diferenciar se ainda é inventado ou se já em real se transformou. Não acredito que a essa altura eu consiga me desfazer desse calor. Porque é ele que vai bem aonde eu vou, porque é ele que me faz bem e me encanta, é ele que me envolve e me conquista.
O fantasma, que me assombra agora mais por perseguição minha do que dele, continua ali ao lado. Não sei se para testar ou tentar. Sei que, em caso da segunda opção, sinto temor, mas seguindo a coerência, ele me consegue com eficiência. E é triste pensar, que o sopro desse fantasma tem poder pra apagar, ou no mínimo afetar, a chama que eu tanto tento cativar.
Desculpe me por fim, o excessivo e indistinto uso da metáfora. Mas se não saísse desse modo, não sairia de modo algum. E só de terminar esse desabafo já sinto um alívio, um peso que desce das costas. E a leveza é tanta que nem mais sinto o fogo novo morrer ou apagar.
Bjs
- How'ya doing:
annoyed
Juro que entendo todas essas coisas que você me diz que sente. Juro. Mas são coisas terríveis, coisas que te enganam e te fazem pensar que existe uma saída de emergência, e que usá-la parece mais simples do que é. Eu entendo seu cansaço, sinto a mesma coisa, acredite em mim. Acontece que não podemos deixar coisas menores que nossos espíritos tomarem conta deles e tirarem nossa força pra enfrentar essas coisas chatas. Eu estou tentando, e quero fazer com que você tente também. Eu só quero te ajudar. Eu só quero... eu só quero que você me deixe segurar a sua mão.
- Where:cidade dos amores de esquina
- How'ya doing:
exhausted - Listening to:algumas que ainda preciso conhecer
Quando eu estiver com uns 30 anos provavelmente me arrependerei profundamente por ter deixado isso passar, porque se tem algo que me chama atenção é uma data; dataS, na verdade. Eu me importo demais com essas coisas de numerologia, astros, posições e coisa e tal. 17 anos dia 17/07. Foi a idade que eu sempre quis ter.
Eu briguei com a minha família porque queria passar com os amigos e agora não vou passar com ninguéem! Aí, que droga, heim.
Anyway, vou em recolher a minha depressão.
Tchau.
- How'ya doing:
blah
Nesse momento, por exemplo,... travei. Não sei mais como prosseguir esse texto.
Tchau, tchau, lapso criativo.
- How'ya doing:
happy
Aiai, acho que não tô falando nada com nada... Mas mesmo assim, amanhã vou na FLIP e espero aproveitar de tudo. Fotografar Paraty, assistir palestras, encontrar escritores no meio da rua! Parece tudo um clima bem mágico. E hoje ainda saio com a minha irmã conhecer a noite carioca. hehehe
- How'ya doing:
content
Outro dia estava a conversar com uma grande amiga minha. Ela disse algo sobre eu andar tristinha e ter perdido o meu brilho. E eu repliquei que não sentia vontade de fazer nada, estava realmente infeliz e não queria mudar isso. Então ela disse algo que me deixou encucada, disse que isso era princípio de depressão.
Balela!
Depressão que nada.
Hoje acordei com pé direito e com vontade de pular, cantar e dançar. Foi aí que percebi que eu realmente não tinha que me preocupar em tomar todos os anti-depressivos aqui de casa e esconder os objetos cortantes.
Estou feliz, com o som ligado no volume mais alto, berrando minha banda favorita, dançando feito louca pelo quarto. O que poderia ser mais feliz?
Quanto a gente caí, se levanta com a maior força possível. Mas não quero profetizar nada por aqui. Venham os novos ventos que agora estou com vontade de conhecê-los !!
- How'ya doing:
excited
Insegurança é algo péssimo.
- Where:cidade dos amores pouco verdes
- How'ya doing:
melancholy - Listening to:hear me out - frou frou
Tempo, peço-te um tempo.
Para nos ajudar e até tranquilizar, uns dizem que cada um tem seu tempo. A verdade é que todos temos as mesmas 24 horas por dia. Não temos tempo pra perder, chego a pensar que o gasto de tempo deveria ser mais importante que o de água.
É tudo muito rápido, muito atropelado. Ou eu que talvez seja muito afobada. Eu quero tudo, e quero tudo agora. Se eu me concentrasse mais em uma coisa de cada vez quem sabe eu não teria o meu tão precioso tempo? Renato Russo uma vez explicitou: "temos todo o tempo do mundo". Mas eu não acredito nisso, não que eu não queria acreditar, mas eu não consigo, eu não sinto isso. Sinto que o tempo me escapa por entre os dedos e eu aqui parada vendo ele escorrer. Eu não quero esperar, não quero ver o tempo voar. Eu também não quero correr ao lado dele. Quero que ele ande mais devagar, podemos até caminhar a passos rápidos, mas andando, não correndo.
Eu tenho é que focar em algo, e já até sei o quê. Tenho o lado de lá e o de cá. O lado de lá eu cativarei, o de cá eu cultivarei. E tem um meio entre esses dois, mas o meio eu vou ter uma vida inteira pra trabalhar. No final, os verdadeiros amigos são a família anyway. E acho que minha metáfora foi demasiadamente interna para que qualquer outra pessoa que não seja eu entender.
Sabe, parece que eu tenho toda a minha vida pra viver em quatro anos. Entrando na minha nova década, vou perder tudo, todos os meus sonhos não realizados vão quebrar e eu vou perder todo o fogo de juventude. É claro que é minha visão dramática dos fatos, mas é isso que eu sinto. Que a partir dos 20 acabou-se o meu tempo, depois disso a ampulheta continua a cair só por inércia, não por curiosidade. E minha revolta contra o tempo é na verdade o meu medo. Medo de perder tudo o que eu tenho e até o que eu quero conquistar.
Tudo o que eu sei é que não quero passar em branco, as vezes a ideia de tantas possibilidades acaba por não concretizar nenhuma delas. E eu quero concretizar! Quero acreditar e fazer. Eu sei que posso. Vou me empenhar ao máximo por fazer os próximos 1460 dias inesquecíveis! E por mais idealizado que isso possa soar, é o que eu quero fazer.
Tempo tempo tempo tempo, entro num acordo contigo, tempo tempo tempo tempo....
- How'ya doing:
quixotic
No, I get by with a little help from my friends,
Mm, I get high with a little help from my friends,
Mm, Gonna try with a little help from my friends
Do you need anybody?
I need somebody to love.
Could it be anybody?
I want somebody to love.
Tenho medo de usar o pronome pessoal "eu", quando escrevo. Não quero ser egocêntrica demais, muito menos individualista. Desculpe.
- Where:cidade das madrugadas regadas por lágrimas bêbadas
- How'ya doing:
distressed - Listening to:everybody hurts - REM
- Where:cidade das luzes contorcidas
- How'ya doing:
anxious - Listening to:green eyes - coldplay
- How'ya doing:
annoyed
- Where:city of misteries
- How'ya doing:
anxious - Listening to:nem sei, veja só.
Tomei decisão de uma coisa a fazer. Lembro de uma época que resolvia as coisas através da escrita... Farei isso mais uma vez, e outra... e mais quantas eu precisar. Funciona. As palavras no papel arrumadas e embaladas em forma de carta me encantam, quando bem escritas. E sabe, acho que me expresso melhor escrevendo do que falando. Eu conversando com um amigo até consigo passar a ele o que sinto ou o que penso. Mas no papel, acho que sou mais verdadeira. Talvez minha voz tenha um escudo próprio, e dependendo da cara do ouvinte, vou mudando de discurso. No papel... AH, no papel não tem disso, eu escrevo sem a avaliação de ninguém durante meu desabafo.
- Where:Brasília - DF
- How'ya doing:
cold
Relendo o que postei aqui há décadas atrás, lembrei de quando eu comecei a me interessar por astrologia, hahaha. Mal sabia eu que ia ser tão importante pra mim, sabe. Além de matéria de colégio, ando estudando astrologia quando posso, passei a enxergar quase tudo astrologicamente e estar muito mais espiritualmente ligada ao Cosmo. É lindo ter consciência de algumas poucas coisas, as vezes, pelo menos das coisas que não me dizem respeito.
Estou num mês perfeito pra me concentrar, mas não para manter o foco. Desde antes de terminar meu namoro (sim, namorei durante parte do tempo em que estive afastada da dinos), me desconectei de tudo e todos ao meu redor, e não pareço conseguir encontrar o cabo pra me reconectar novamente. É como se todas as minhas ligações especiais tivessem sofrido um curto e eu estivesse sozinha, tendo que pensar em como resolver o problema e sofrendo as consequências dele ao mesmo tempo. Dificuldade com relações, é isso. Isolamento não é legal, e não tem acontecido literalmente, só aqui dentro. Pode ser que isso esteja passando simbolicamente, já que hoje consegui fazer aquele joguinho engraçado de confiança, aquele que você tem que cair pra trás pra alguém te segurar. Ou é auto-confiança, don't know. Probably not.
Poisé, preciso de foco.
Hoje vi Blindness (Ensaio sobre a Cegueira). Todo mundo comentou, todo mundo achou maravilhoso, duvido que a metade das pessoas que assistiu captou a real essência do filme. É, de fato, maravilhoso, chorei desesperadamente, ora de horror, ora de amor.
Não tenho muito mais o que escrever, acho. Above all, I miss them. E acho que aqui não é exatamente o melhor lugar pra que eu me preocupe com a minha escrita, certo? É pra ser uma terapia. É, ok, anotei mentalmente.
- Where:where i wanted to be.
- How'ya doing:
weird - Listening to:over the pond - the album leaf
Há horas, se me permite o uso da hipérbole, estou na frente do computador pensando no que escrever aqui.
Ainda não sei ao certo, mas achei que era necessário começar...
Só deus sabe quantos textos escrevi depois da frase acima e apaguei.
Estou sem criatividade hoje, me perdoem. Juro que tentei, mas todas as tentativas foram frustradas. Assim que eu conseguir escrever sem parecer muito pedante eu volto.
Adios.
- How'ya doing:
uncomfortable
Enfim... Estou ressucitando o livejournal por causa de uma conversa que acabei de ter com a Francis. Fui dizer pra ela que tava com saudade do período da Dinos, e a gente concordou que seria uma boa voltar a escrever aqui. Ainda não falei com a Júlia, mas isso tá cada vez mais difícil mesmo, graças a minha falta de telefone fixo ou crédito de celular. Imagino que ela também vá querer voltar. =)
Minha vida anda tão mudada... tanto, tanto. Com essa enrolação toda do supletivo.. estou passando meus dias no ócio, sem fazer absolutamente nada. E o fato de eu estar gostando disso me incomoda. Acho que tô com pouca motivação pra qualquer coisa além da fotografia. Até em relação aos meus amigos ando estranha.... Vai entender...
É engraçado... que ao mesmo tempo que cansei de relações superficiais, acho que esse é o pior momento de todos pra começar a me relacionar com alguém com mais seriedade. Paradoxo, paradoxo... Basta eu conseguir ajeitar minha vida, imagino. E agora que tô com tempo pra isso, estou progredindo relativamente rápido. Sem desejos sexuais, atrações... Fantasias, só comigo mesma. Acho que passei por uma fase que pensar em sexo/pegação e afins só me trouxe complicações. Descobri que posso ser minha melhor amiga, desde que haja respeito meu para eu mesma, e vice-versa.
- Where:Brasília - DF
- How'ya doing:indescribable
- Listening to:Linha do Equador - Djavan
